Agora sim Hillary Clinton poderá assumir o cargo de secretária de Estado. O Congresso americano votou uma emenda e reduziu em aproximadamente R$ 1 mil o salário mensal da vaga a ser ocupada pela senadora democrata por Nova Iorque.
A redução foi necessária para que Hillary tome posse mês que vem, já que de acordo com uma cláusula sobre salários de servidores públicos, está proibido ocupar cargo no executivo o parlamentar que tenha exercido mandato durante a aprovação de algum aumento para o cargo em questão. O que foi o caso de Hillary Clinton. Ano passado o Senado havia aprovado o aumento para a vaga para o atual salário em torno de 37 mil reais. Isso com a cotação que vi hoje de R$ 2.34 para a conversão.
Mas mesmo com a perda salarial, Hillary ainda ganhará um pouco mais do que como senadora. Para o ano que vem a previsão do governo é que um senador americano passe a ganhar por volta de R$ 33 mil por mês. Nada mal.
A possível nomeação da senadora democrata, Hillary Clinton, para o cargo de secretária de Estado no governo Barack Obama tem mais uma barreira anunciada nesta terça.
Segundo os analistas políticos do lado de cá, seria inconstitucional nomear a senadora uma vez que ela mesma teria votado ano passado no Senado um aumento para a vaga. Diz a constituição americana que não pode ocupar um cargo no executivo o parlamentar que tiver no exercício da sua função votado aumentos salariais ou benefícios do cargo a ocupar.
Uma saída, já usada anteriormente por outras administrações, é voltar atrás. Ou seja, o Senado votar novamente a medida que deu o aumento e retirá-lo. Assim, o cargo voltaria a ter o salário anterior ao da votação.
Lembrei de algumas situações aí no Brasil. Não me recordo ter visto o Senado votar medida que retira aumento salarial de um cargo do executivo. Mas posso estar equivocada.
Ainda que o senado vote e retire o aumento concedido ano passado, alguns contrários a que a senadora Hillary Clinton ocupe a secretaria de Estado, dizem que o fato de voltar a atrás e excluir o aumento não tornará a medida constitucional.
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