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Visita ilustre

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O "cara" daqui está na cidade, ou melhor, no estado, desde ontem. Chegou no fim do dia e trouxe na bagagem mulher e filhas. É uma viagem da "Primeira Família" como dizem do lado de cá.

Os Obamas jantaram num restaurante mexicano, onde, em minha opinião, servem a melhor margarita do mundo! Talvez por isso Obama tenha ido.

Hoje foi dia de passear pelo Grand Canyon, uma das oito maravilhas, é o destino de quase cinco milhões de turistas todos os anos. Os que visitavam o parque hoje tiveram de ter paciência e praticamente não viram nada, o acesso foi restrito.

O presidente americano veio a Phoenix para o encontro anual de um grupo de veteranos de guerras estrangeiras (traduzindo mais ou menos). A organização reúne aproximadamente um milhão e meio de membros em todo o país, mas só 13 mil devem receber Obama amanhã. São os vips da corporação.

Mas eu estarei ocupada e tive de recusar o convite!

Obama, Biden e o hamburger

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O presidente Barak Obama e o vice-presidente Joe Biden almoçam juntos uma vez por semana. Normalmente na Casa Branca. Ontem resolveram dirigir até uma lanchonete chamada Ray's Hell Burger. Acompanhe o vídeo.

Cobertura presidencial

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Barack Obama parece ser mesmo o namoradinho da América. O noticiário do horário nobre aqui nos Estados Unidos dedicou 27 horas e 44 minutos de cobertura jornalística ao mandato do presidente americano nos primeiros 50 dias de seu governo.

De acordo com um estudo do Center for Media and Public Affairs e da California's Chapman University, a cobertura do governo de Obama foi maior e mais positiva do que a de seus antecessores.

No mesmo período analisado, o ex-presidente Bill Clinton teve 15 horas e dois minutos de cobertura. Já o ex-presidente George W. Bush recebeu sete horas e 42 minutos.

Obama paz e amor?

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O presidente Barack Obama acaba de chegar ao México. Uma parada estratégica a caminho de Trinidad e Tobago, aonde vai se reunir com outros líderes no Encontro das Américas.

Mas antes, concedeu uma entrevista para a CNN em espanhol. Para ele, os "tempos mudaram" em relação à América Latina e citou a sua relação com o presidente Lula como exemplo: " Meu relacionamento com o presidente Lula é de dois líderes de dois grandes países que estão tentando resolver os problemas e criar oportunidades para seus povos e que devem ser parceiros". Uma relação de igual para igual, "não há parceiro sênior ou parceiro júnior", disse Obama.

Na entrevista, o presidente democrata não criticou Hugo Chávez ou qualquer outro líder latino-americano e disse que acha importante que os Estados Unidos não digam a outros países como estruturar suas práticas democráticas. "É o povo desses países que deve tomar as decisões de como querem estruturar seus assuntos".

Obama disse ainda que quer ouvir e aprender. A postura desarmada, paz e amor do líder americano o difere totalmente da cara do governo anterior. Mas ele acredita que o seu país tenha um papel de liderança na região e disse que, apesar da imagem arranhada dos últimos anos, há uma razão pela qual existem tantos imigrantes latino-americanos nos Estados Unidos.

Aqui na fronteira com o México

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O governo Obama divulga que vai dobrar o número de agentes federais na fronteira com o México no plano de combate ao narcotráfico. Ao mesmo tempo, o prefeito de Phoenix, Phil Gordon, chega a Washington para pedir a liberação de mais verbas para enfrentar a onda de violência.

A cidade é tida como a capital do sequestro, foram reportados 368 ano passado, segundo dados do departamento de polícia. Praticamente todos relacionados a guerra entre os cartéis mexicanos de tráfico de drogas ou de seres humanos. As reportagens são aterrorizantes e não saem do noticiário diário.

De acordo com uma matéria deste final de semana, no ano passado foram apreendidos quase US$ 240 milhões em drogas e aproximadamente sete mil pessoas presas tentaram entrar ilegalmente nos Estados Unidos. O que, em muitos casos, leva ao sequestro por resgate em dinheiro.

O caos é gigantesco. A secretária de Estado, Hillary Clinton vai amanhã para o México. Em seguida esta marcada a ida do presidente Barack Obama.

Obama is coming to town

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O presidente Barack Obama estará aqui no Arizona, mais precisamente em Tempe, onde moro, no próximo dia 13 de maio. Fará um discurso na formatura da ASU (Arizona State University).

A namorada do filho da irmã do meu marido é uma das formandas. Quase pensei em implorar de joelhos no milho pra ser convidada. Quase. Decidi que era demais.

O Obama vai ter de esperar outra oportunidade pra me ter na sua platéia.

O desinteressante Obama no Tonight Show

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A participação do presidente Barack Obama ontem no Tonight Show, considerada histórica, foi muito boring. Cochilei em alguns momentos e me dei conta do quão desinteressante estava sendo a entrevista.

O fato de um presidente aparecer num programa de televisão como esse é inédito. Isso é interessante. Seria curioso assistir o presidente Lula no Programa do Jô.

NoYoutube é possível encontrar toda a entrevista dividida em partes. Publico aqui a primeira.

Obama e o escândalo dos bônus da AIG

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Talvez o presidente Barack Obama tenha se arriscado ao sair na frente e gritar aos quatro cantos a sua indignação, com os pagamentos dos bônus milionários da AIG. Talvez não.

O caso está explodindo. A população americana, revoltada, não parece disposta a deixar a história esfriar. Muito menos a imprensa. Agora a pouco a advocacia geral divulgou nomes de 73 executivos que supostamente já teriam recebido mais de US$ 1 milhão, cada, em suas contas bancárias no final de semana.

O executivo da seguradora AIG, Edward Liddy, está em Washington e acaba de ter uma reunião fechada com alguns membros da sub-comissão de economia da Câmara. Depõe agora publicamente para defender o pagamento dos bônus.

Enquanto isso, Obama acaba de deixar a Casa Branca rumo à Califórnia, onde participa de reuniões municipais e grava participação no programa Tonight Show da rede NBC, que deve ir ao ar nesta quinta-feira. Bom mesmo Obama estar longe de Washington hoje, não?

O presidente americano está correndo contra o relógio. Ele tenta por tudo que o Congresso aprove o orçamento. O seu discurso pode se perder em meio ao escândalo, ele pode não ser ouvido ou perder a credibilidade. Até agora os estrategistas da equipe de Barack Obama tem se mostrado eficazes. Mas algumas pesquisas começam a ser divulgadas apontando queda na aprovação do governo do democrata.

É, o cidadão mais ilustre da América parece estar andando em corda bamba.

Obama em campanha

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O presidente Barack Obama parece estar fazendo tudo o que é possível para promover o seu plano de estímulo econômico. Aproveitando uma viagem de dois dias a Califórnia, deverá ir ao programa Tonight Show, da rede NBC, nesta quinta-feira para discutir a economia americana.

O pacote de US$ 787 bilhões, aprovado e promulgado, tem sido duramente criticado e pouca gente sabe de fato como e onde irá parar. Falar para o público do apresentador Jay Leno faz parte da estratégia da equipe de Obama para simplificar e popularizar o assunto.

As muitas tarefas de um presidente

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Pois bem, que o governo Obama deve mesmo se dedicar a economia americana, que anda de mal a pior, não há dúvida. No resultado da enquete aqui do blog, 57% apostaram nessa prioridade para os 100 primeiros dias do novo presidente.

Mas o que parte da imprensa americana e muitos comentaristas do lado de cá não param de reclamar, é da quantidade de áreas que Barack Obama tem enfrentado. Na semana passada foi a saúde, que aqui na enquete do blog não recebeu nenhum voto e é prioridade para o Presidente americano.

Ontem teve célula-tronco na pauta do governo e assim tem sido. Cada dia um tema abordado pela nova administração democrata. Como me parece muito natural.

A reclamação, no entanto, tem sido tamanha, que o porta-voz Robert Gibbs, secretário de imprensa de Obama, teve de justificar as ações do chefe para os jornalistas que cobrem a Casa Branca. Segundo Gibbs, o Presidente é capaz de executar muitas tarefas ao mesmo tempo.

Células-tronco

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A segunda-feira começa aqui nos Estados Unidos com o Presidente Obama revogando uma lei do ex-presidente Bush, que limitava o financiamento com verbas federais para pesquisas com células-troco embrionárias.

O assunto é polêmico, mas para os especialistas, a decisão de Obama é um sinal claro de que fatos científicos, não ideologia política, será o critério adotado pela Casa Branca nesta administração.

Padrão militar

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É cada uma. Li hoje a notícia de que um bombeiro de Cleveland, no estado americano de Ohio acaba de largar a banda do Corpo de Bombeiros depois de ter sido suspenso pela corporação por ter cumprimentado o Presidente Barack Obama durante o desfile de posse, na semana passada.

O major Coleman foi suspenso porque ele não se comportou de acordo com os padrões de um desfile militar. Ele não poderia ter acenado para o Presidente americano. Por isso foi suspenso por seis meses da banda que agora resolve deixar de vez.

Tudo bem. Entendo e respeito que devam existir normas. Os comandantes militares, entretanto, também poderiam ser mais flexíveis. Afinal, dia histórico para o país, momento emocionante para tantos e, além disso, regras foram feitas para serem quebradas, certo?

Boas vindas

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Estou de volta à Brasília depois de praticamente um ano fora, alguns dias de viagem e muita paciência com a empresa aérea, que para compensar o pequeno atraso de 24 horas, ofereceu 50 dólares.

Daqui, assisti hoje a posse do Presidente Barack Obama e fiquei pensando sobre o futuro do país que agora chamo de casa.

Na dúvida e com certeza, me animo com o novo, o diferente. As possibilidades são infinitas. Inclusive de que dê certo. Ah, conto com isso! Tantos outros também.

O discurso da posse

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Em apenas quatro dias vamos assistir Barack Obama se tornar o primeiro negro presidente dos Estados Unidos.

É no discurso da posse, na frente de quase cinco milhões de pessoas que devem estar aqui em Washington, na próxima terça-feira, dia 20, que Obama vai dizer ao povo dele e ao mundo, como vai comandar a ainda grande potência americana.

Em meio a uma crise econômica gigantesca, pressão não lhe falta. Comparado ao ativista Martin Luther King Jr e ao ex-presidente John Kennedy, Barack Obama tem como missão ser o salvador da pátria. É assim que milhares de norte-americanos aqui nos Estados Unidos o vêem.

Como um mágico, que com sua varinha de condão vai tirar o país da estagnação, acabar com a interminável guerra no Iraque, melhorar o sistema de saúde e educação da nação e espalhar o pozinho da união entre os povos.

É no discurso de posse que Barack Obama vai se apresentar e lá saberemos se o negro filho de mãe branca e pai queniano, dará conta do peso que carregará nas costas.

Estado de Emergência

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Do lado de cá é assim. Para ter acesso a verba federal extra para a posse do Presidente eleito, Barack Obama, o prefeito do Distrito de Columbia, onde está Washington, Adrian M. Fenty, pediu ao presidente Bush que declarasse Estado de Emergência na capital. E foi atendido.

Com isso, a prefeitura pode receber ainda mais além dos U$ 15 milhões já disponibilizados pelo governo federal.

Claro, o motivo usado é dar a cidade condições de manter a ordem e proporcionar segurança aos milhões de cidadãos que estarão em Washington no próximo dia 20 para a posse de Obama.

Posse histórica tem custo alto mesmo, já deve estar na casa dos 100 milhões de dólares!

Agenda

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Dia movimentado na capital federal americana.

No Senado a futura secretária de Estado, senadora Hillary Clinton está sendo sabatinada.

O Presidente eleito, Barack Obama, almoça daqui a pouco com a bancada democrata no Senado. No cardápio, os bilhões de dólares do pacote a ser aprovado pela Casa.

Serviço comunitário

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Um dia antes de tomar posse, o Presidente eleito Barack Obama, prestará serviços comunitários em Washington e convoca todo o país a se unir a ele e a sua esposa, a futura primeira dama americana, Michelle Obama, a prestar serviços comunitários neste dia.

Em uma estratégia semelhante a da arrecadação de campanha, a equipe de Obama entrou em campo para mobilizar centenas de milhares de pessoas no dia 19 de janeiro, que é também, ou principalmente porque é o dia de Martin Luther King Jr.

Obama e a economia americana

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A apenas 12 dias da posse, o futuro Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em um pronunciamento sobre a economia do país agora a pouco, diz que a crise econômica é resultado de uma "era de profunda irresponsabilidade".

Até agora Obama tem mantido o planejamento estratégico. Vem a público falar sobre os seus planos para a nação seguindo o "script" direitinho. É impressionante o nível de organização e disciplina da equipe e do Presidente eleito.

Claro, o mar não está pra peixe. Ontem a maior e mais tradicional rede de lojas de departamento, Macy's/Bloomingdale's anunciou o fechamento de 10 de suas lojas no país. Segue o caminho de tantas outras que já fecharam nos últimos meses.

Barack Obama parece não tem muitas alternativas e pede ao Congresso americano para que trabalhem juntos para encontrar o melhor caminho para revitalizar a economia do país. Os mil dólares vai ajudar, mas não resolve.

Bush nega pedido de Obama

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A Casa Branca não é um hotel, mas a família Obama pretendia fazer um check-in antes do tempo na casa de hóspedes do complexo e a administração Bush disse NÃO.

O Presidente eleito tomará posse no dia 20 de janeiro, mas, antes disso, o período escolar já terá começado. Motivo pelo qual os assessores de Obama fizeram a solicitação para a família mudar de Chicago para a Blair House, a residência de hóspedes, no dia 5 de janeiro. Assim, as filhas de Obama poderiam ir à escola em Washington sem atrasos.

A família do Presidente eleito, Barack Obama, recebeu um não de Bush, que explicou que a casa já estaria ocupada. Obama só tem o aval para mudar no dia 15 de janeiro, cinco dias antes da posse, não antes como pretendia.

Quem seria mais importante que o Presidente eleito dos Estados Unidos para ter precedência para ocupar a residência oficial de hóspedes da Casa Branca? O que parece engraçado pode ilustrar como transcorre a transição. Não tão amigável assim.

Deputada desliga telefone na cara de Barack Obama

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Desligar o telefone na cara do Presidente uma vez? Normal.
Duas vezes? Deputada federal republicana Ileana Ros-Lehtinen, da Flórida.

Nesta quinta-feira a deputada desligou, por duas vezes seguidas, o telefone na cara do Presidente eleito, Barack Obama. O que virou uma piada nacional aqui nos Estados Unidos, foi um fato real.

Segundo a própria deputada, a ligação foi feita para o celular dela, mas sem acreditar que fosse realmente o Presidente eleito, Ileana desligou explicando que não cairia na piada. Em seguida o celular toca de novo e, desta vez, é o chefe de gabinete do Presidente eleito, Rahm Emanuel, que, na sequência passa o telefone para Obama. Mais uma vez a republicana ri e diz que não vai cair na brincadeira e desliga.

"Eu achei que fosse uma dessas estações de rádio, como já fizeram com a governadora do Alaska, Sarah Palin, dizendo que era o Presidente da França", explica a deputada.

Somente após o telefonema do Presidente do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, deputado Howard Berman, a deputada republicana acreditou e recebeu o telefone de Barack Obama. Essa é boa!